Fernanda Costa - Blog Acadêmico
sábado, 4 de dezembro de 2010
Visita ao Espaço Tim-UFMG do conhecimento
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Qual o limite da perspectiva?
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Disse que me disse - A arquitetura e a utilidade
Muitas vezes ouvimos e até mesmo lemos que a arquitetura não serve para nada, é somente estética e gasto de recursos desnecessários em uma obra.
No entanto o conceito de arquitetura vem se modificando e atualmente a arquitetura e a arte se encontram entrelaçadas e seus objetivos e atitudes se convergem, não no sentido da inutilidade, mas da aproximação com o usuário na acepção de conhecer sua cultura, entender suas necessidade, segundo Schulz-Dornburg, 2000 “Ciertas obras son tan similares que a menudo resulta difícil determinar si el autor es un artista o un arquitecto”.
Mas para as edificações serem bem apresentadas esteticamente, ou seja, ter um bom design, necessariamente não precisam apresentar função ou necessidade obrigatoriamente, ainda mais nos desafios que hoje as cidades apresentam.
Uma iniciativa muitoimportante que envolve tanto a questão da acessibilidade quanto a questão da
utilidade foi a inauguração o “brinquedão” no parque o Ibirapuera
No entanto para que as crianças tenham acesso ao local desde a saída de suas casas tem uma série de fatores que ainda não estão resolvidas nas cidades como por exemplo as rampas de acesso nas calçadas e nos ônibus, que muitas vezes até possuem acesso mas não funcionam no momento que o usuário necessita. Entretanto qualquer iniciativa neste sentido pode ser considerada um avanço como foi o playground interativo.
Referências:
SCHULZ-DORNBURG, Julia. Arte y arquitectura: nuevas afinidades = Art and architecture : new affinities. Barcelona: GG, 2000. 144 p.
Disponível em: <http://karlacunha.com.br/playground-acessivel-no-parque-do-ibirapuera/>. Acesso em: 29 nov. 2010.
Disponível em: <http://deficientealerta.blogspot.com/2010/10/parque-do-ibirapuera-tem-evento-para_22.html>. Acesso em: 29 nov. 2010.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Seminário paisagens periféricas
Convidada pelos professores Cristiano e Roberto que ministram a oficina de fundamentação e instrumentação fui ao Jardim Canadá onde ocorreu o seminário Paisagens periféricas no dia 6 deste mês. A palestrou que mais me chamou a atenção foi a do Laymert Garcia, apesar de ter sido bem aprofundada e ter demandado alguns conhecimentos prévios que ainda não possuo, mas o que entendi foi suficiente para refletir sobre questões que até hoje continuo a pensar.
Primeiramente na abertura de sua explanação, Laymert citou um grande exemplo para todos nós brasileiro que é o Miguel Nicolelis, mais ainda fiquei admirada quando disse parafraseando o Nicolelis “O primeiro mundo faliu e agora o primeiro mundo é aqui.” Não que nunca tivesse escutado isto antes mas, é que as pessoas que agora estavam dizendo isto me fez sentir mais segurança e comecei realmente a acreditar nisto. Na questão refletida sobre a periferia e o centro ficou evidente que além do cenário internacional de estarmos indo para o centro, ou seja, a periferia estar chegando ao cento, a questão interna também é importante para reafirmarmos nossa cultura e mostrar para o mundo quem somos. Para isso precisamos refletir sobre nossa cultura e pensarmos no que realmente é potencia cultural e eliminar o preconceito de nossa elite cultural. Um exemplo dado por Laymert foi a arte ou “antiarte” do grafite que possui uma história e conhecimento próprio construído por brasileiros.
Pensando na questão arquitetônica fiquei refletindo sobre o que podemos fazer como futuros arquitetos para que possamos investir na relação entre arquitetura, identidade nacional e cultura local. É importante então, além de pensar no lugar físico a ser projetado, a cultura local, sua relação com o meio e como o projeto a ser apresentado pode contribuir para a valorização desta cultura.
Referência
descompasso. Disponível em:<http://www.paisagensperifericas.blogspot.com/>
Acesso em: 22 de nov. 2010.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Disse que me disse – A arquitetura e os templos
A preocupação com as questões do espírito sempre foi uma inquietação humana e com esta preocupação vem a necessidade em construir templos religiosos como relata Salvadori (2006, p. 2) “Com efeito, boa parte dos maiores monumentos arquitetônicos arqueológicos foram construídos para atender a necessidades espirituais.”
No entanto na atualidade vemos que esta preocupação continua a ocorrer e um exemplo é a replica do Templo de Salomão que será construída pela Igreja Universal do Reino de Deus
Podemos observar uma preocupação em utilizar um dos materiais utilizados na época da primeira construção no séc IX a.C. que é a pedra de Jerusalém, além também por se tratar de uma réplica o mesmo modelo arquitetônico, pelo menos na fachada, será utilizado. No entanto será empregado uma tecnologia de ponta acumulados por anos de pesquisa humana, como por exemplo, a iluminação camuflada que simulará o brilho do sol, já que, no primeiro templo erguido não havia nem iluminação artificial.
O templo ficará bem destacado na paisagem do bairro do Brás
Segue Link da modelagem em 3D do Templo.
Referências: SALVADORI, Mario George. Por que os edifícios ficam de pé: a força da arquitetura. 1. ed. São Paulo: M. Fontes, 2006. xii, 371 p. Disponível em: http://bispomacedo.com.br/2010/07/15/projeto-do-templo-da-iurd/. Acesso em: 8 nov. 2010. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=_d0YByN6vo4 . Acesso em: 8 nov. 2010.





